
No ônibus superlotado fazia um calor de matar qualquer um. Tutti vinha segurando na barra para os que que vão em pé. Era um amassa-amassa cada vez que um passageiro tinha que sair do ônibus. Bem próximo de Tutti vinha um rapazinho "delicado" que procurou se aproveitar daquela situação apertada e "esfregou-se" no vizinho de cara amarrada. Tutti deu um soco bem no meio das costas que o rapazinho frágil quase desmaiou. "Te manca, gayzinho", exclamou Tutti. e uma senhora falou: "Meu Deus quanta violência".
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